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Instalando Apache, MySQL, PHP, phpmyadmin e WordPress no Ubuntu

09/03/2010

O WordPress é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores plataformas para a criação de blogs que existe na atualidade.

Vários blogs (assim como este) utilizam essa ferramenta como plataforma padrão devido a sua facilidade de uso e flexibilidade para alterações e personalização.

Sua flexibilidade possibilita que se façam blogs com os recursos mais variados, e, para além disso, com as devidas alterações, podemos transformar um blog em um verdadeiro portal, da mesma forma com que faríamos em um site.

Obviamente, tal transformação requer que tudo seja devidamente testado para que não hajam problemas quando tudo for ao ar.

Todavia, testar as alterações online não é recomendável, uma vez que demandaria mais tempo devido às conexões lentas e às trocas de arquivos entre os servidores e o computador onde estamos trabalhando.

A solução nesse caso é instalar os servidores em uma máquina de produção e cuidar de toda a criação offline para só depois de pronto, enviar para o servidor.

Para instalar o WordPress no Ubuntu é necessário, antes de mais nada, instalar os servidores necessários para o seu funcionamento. Nesse caso, estamos falando do Apache, MySQL e PHP, sem os quais o sistema de blogs simplesmente não funcionaria.

No caso do Ubuntu, todos os componentes necessários podem ser instalados através do apt-get / synaptic, o que nos poupa um grande trabalho. Assim, vamos por partes, instalando um por um e verificando se as coisas estão correndo bem:

Instalando o Apache:

No synaptic / apt-get, procure e instale o seguinte pacote:

apache2

Não se preocupe com as dependências, pois o synaptic / apt-get irá se encarregar de instalar todas as que forem necessárias.

Depois que a instalação for concluída, vamos verificar se tudo deu certo. Abra o navegador e digitehttp://localhost

Se estiver tudo certo, veremos uma mensagem como esta:

Apache rodando. Vamos em frente!

Instalando o MySQL:

O WordPress trabalha com o banco de dados MySQL, assim, será necessário instalar o mesmo.

No synaptic / apt-get, procure e instale o seguinte pacote:

mysql-server

Assim como no Apache, não há necessidade de se preocupar com as dependências, pois o synaptic / apt-get cuidará delas.

Depois que os pacotes forem baixados, o instalador ira abrir uma nova janela onde devemos informar a senha do administrador do banco de dados. Informe a senha e confirme. Anote para não esquecer, pois precisaremos dessa senha mais tarde.

MySQL instalado. Vamos em frente!

Instalando o PHP:

Assim como os demais, esse não apresentará grandes dificuldades.

Para instalar o PHP, procure no synaptic / apt-get os seguintes pacotes:

php5
php5-mysql

Já disse pra não se preocupar com as dependências?

Enfim, php instalado. Vamos seguir adiante.

Instalando o phpMyAdmin:

É possível criar as tabelas no MySQL através do terminal, mas vamos usar um método gráfico para isso.

O phpMyAdmin, dentre outras coisas, permite criar, excluir e fazer backups das tabelas de seu banco de dados. Trata-se do utilitário de administração do banco de dados MySQL mais usado atualmente.

No synaptic / apt-get, procure e instale o seguinte pacote:

phpmyadmin

Ao término da instalação será necessário configurar o phpMyAdmin. Sua configuração, entretanto, é bem simples:

Na primeira janela, selecione o servidor web que estamos utilizando. Nesse caso, é o apache.

Em seguida, marque a caixa de seleção que informa sobre a configuração do pacote.

Informe a senha do usuário administrativo do banco de dados MySQL (aquela que pedi para anotar durante a instalação do MySQL).

Para finalizar, crie uma senha para acessar o phpmyadmin e confirme em seguida.

Antes de partir para o WordPress, vamos criar uma tabela em nosso banco de dados para ser usada pelo nosso blog de testes.

Abra o navegador e digite o endereço: http://localhost/phpmyadmin

Informe a senha cadastrada na instalação do phpMyAdmin para acessar sua área adminstrativa:

Vá direto para a opção “criar novo banco de dados”, escreva o nome do nosso banco de dados: “wordpress” e clique em criar. Caso escreva outra coisa, anote para não esquecer, pois será necessário quando formos instalar o WordPress.

Terminamos aqui, vamos ao passo final.

Instalando o WordPress:

Já estamos chegando lá!

Apasar de ser possível instalar o WordPress através do synaptic /apt-get, tive alguns problemas com esse pacote, por isso, costumo usar o pacote do wordpress.org. Dessa forma, instalo o último pacote já traduzido para o português.

Basta fazer o download do último pacote no link acima, descompactar e criar um link simbólico da pasta“wordpress” para o diretório /var/www.

Supondo que a pasta wordpress (criada ao extrair o conteúdo do pacote baixado) esteja em seu /home, abra o terminal e digite o seguinte comando:

$ sudo ln -s /home/usuario/wordpress /var/www

Apenas substitua o “usuario” pelo seu nome de usuário no comando acima.

Com o link devidamente feito, vamos ao WordPress:

Abra o navegador e acesse o endereço http://localhost/wordpress

Se tudo estiver correto, teremos a seguinte mensagem (apenas siga adiante):

Na segunda janela seremos avisados sobre quais informações serão necessárias para instalar o WordPress. Apenas siga adiante.

Na jenela seguinte teremos que preencher as informações do nosso banco de dados, como o nome do banco (que criamos no phpMyAdmin), o nome de usuário (root, caso não tenha criado outro), a senha do MySQL (criada na instalação do MySQL) e o nome do servidor (mantenha localhost mesmo).

Se tudo estiver certo, veremos a janela seguinte, onde devemos informar o nome do nosso blog de testes e nosso email.

Clique em “instalar wordpress” para receber uma senha provisória (não esqueça de mudá-la).

Caso receba uma mensagem de erro nessa altura, informando que não foi possível criar o arquivo wp-config.php, copie o conteúdo da caixa apresentada, abra seu editor de textos, cole o conteúdo e salve comowp-config.php dentro da pasta wordpress. Em seguida, clique em “instalar wordpress” para receber a senha do passo anterior.

Depois de tudo isso o WordPress estará instalado e pronto para usar:

Agora, para acessar seu blog de testes, basta abrir o navegador e digitar o endereço

http://localhost/wordpress

Você pode instalar quantos blogs de teste quiser, basta criar os devidos links na pasta /var/www e os bancos de dados necessários com a ajuda do phpMyAdmin.

Usando esse método podemos ainda instalar outros sistemas para testes, como o phpBB (fórum), o joomla (gerenciador de sites) e outros sistemas que façam uso de php e MySQL.

Mais informações:

http://br.wordpress.org/

http://www.apache.org/

http://www.mysql.com/

http://php.net/index.php

http://www.phpmyadmin.net/

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Um mundo no pen drive!

09/03/2010

As empresas desenvolvedoras de software estão criando versões específicas de programas para dispositivos móveis, no caso, para os pen drives. Desse modo, já é possível transportar o seu próprio navegador, incluindo os seus favoritos e as suas configurações, o seu game preferido ou a sua caixa de emails em versões leves, feitas especialmente para o pen drive, sem deixar rastros em computadores alheios.

http://www.pendriveapps.com

http://www.portableapps.com

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História do Google

09/03/2010

Em pouco mais de dez anos a ideia de dois jovens universitários se transforma em um dos empreendimentos mais rentáveis da vida digital.

Serviços online, redes sociais, sistema de anúncios e uma centena de outras funções e possibilidades. Todas elas foram originadas por dois rapazes que cursavam a Universidade de Stanford. Larry Page e Sergey Brin começam a discutir ideias e chegam à conclusão de que a busca por informações poderia a ajudar a organizar as páginas. E como todo bom universitário, os recursos para a estruturação de qualquer negócio não eram lá muito grandes.
Por isso, o BackRub – o avô do Google que conhecemos hoje – teve seu ponta pé inicial em 1996 a partir de computadores compatíveis com a renda dos dois rapazes. Até então, a Internet não possuía ferramentas tão eficazes para a localização de conteúdos a partir de palavras chave. Dois anos depois, tudo já corria muito bem para Page e Brin. Nessa época o site já se chamava Google.

Logo do BackRub, ancestral do Google que conhecemos hoje.

Mas de onde vem esse nome?
De acordo com as informações do site oficial do buscador, um “Googol” corresponde a um termo da matemática que designa um número 1 seguido de 100 zeros. Pode-se ver uma boa representação disso no rodapé das páginas de busca do Google. O marcador de páginas de resultados consiste em um “G” com vários “o”, de modo que a busca fique organizada.

O nome Google originou-se de um termo matemático -

Primeiros investimentos
Com o crescimento explosivo da página de buscas, o Google já armazenava um Terabyte nos anos de 1998 – uma soma assombrosa para a época.  Desde o seu início, a gigante da Internet já tinha na sua estrutura física o conforto. Na época, o escritório do Google era o quarto de um dos rapazes. Talvez o estilo despojado de organizar seu “quartel general” guarde resquícios dessa época.

Com o cheque, a empresa pode crescer e continuar se desenvolvendo.

Entretanto, os gastos com equipamentos, recursos e uma série de outras necessidades já estavam criando dívidas que ultrapassavam a capacidade de Page e Brin de levar o negócio adiante. O alívio chega junto com um cheque de US$ 100 mil, endereçado à “Google Inc.”. Nisso surgia a necessidade de tornar-se realmente uma empresa. Do contrário, o cheque não poderia ser compensado e a situação da dupla iria ficar muito complicada.

Larry Page e Sergey Brin são os co-fundadores da gigante da Internet.

Um outro aspecto que deve ser levado em conta é o consumo de banda que o site tomava logo nos seus primeiros anos de vida. O BackRub e o primeiro Google foram hospedados na rede da Universidade de Stanford. Sempre que as requisições de buscas chegavam ao site, toda a Internet da universidade era comprometida devido aos grandes acessos que o buscador recebia.

Os funcionários do Google contam com restaurantes dentro da empresa!

Depois desse investimento inicial as coisas começam a progredir de uma maneira muito rápida. Logo em setembro de 1998 a dupla já havia contratado seu primeiro funcionário, um colega de faculdade, Craig Silverstein. As mudanças de sede foram bastante frequentes nos últimos anos da década de 1990, assim como as contratações. Em novembro de 1999 a empresa contrata o seu quadragésimo primeiro (41º) funcionário, o chef Charlie Ayers.
2000 razões para crescer
O início do ano 2000 foi marcado pelo ritmo acelerado de crescimento da empresa de Page e Brin. Em maio desse ano o site ganha versões em dez outros idiomas além do inglês: Francês, Alemão, Italiano, Sueco, Finlandês, Espanhol, Português, Holandês, Norueguês e Dinamarquês. Atém mesmo o Yahoo!, que até então era um dos mais utilizados buscadores no mundo, reconheceu o potencial da startup dos rapazes de Stanford e estabeleceram uma parceria na qual o Google seria o provedor de buscas do grande portal.
Nesse mesmo mês de Junho de 2000 a empresa anuncia o seu primeiro bilhão de URLs indexadas. Em setembro o número de línguas suportadas pelo Google chega a 15 com o acréscimo dos idiomas Japonês, Chinês e Coreano. Anos mais tarde, os chineses começam a bloquear conteúdos fornecidos pelo buscador e até chegam a pedir que o acesso a conteúdos internacionais seja bloqueado.

Os resultados das buscas podem ser exibidos nos mais diversos idiomas! Basta selecionar!

Contudo, é no final do ano 2000 e início do terceiro milênio (2001) que o Google começa a fazer suas primeiras aquisições e tornar-se a incorporadora e produtora de serviços e produtos para internet. Em fevereiro do primeiro ano do século XXI, o Google compra o “Usenet Discussion Service” da Deja.com já com 500 milhões de discussões, tópicos e várias conversas arquivadas desde 1995 e institui melhorias no serviço para lançá-lo como “Google Groups” (Google Grupos).

O Google Groups foi a primeira aquisição da empresa e logo se tornou um sucesso!

Em julho desse mesmo ano o serviço de busca por imagens indexadas pelo Google já é disponibilizado com mais de 250 milhões de imagens a serem consultadas a qualquer momento por qualquer pessoa. Uma boa notícia chega para os usuários da América Latina no mês de outubro: uma parceria estabelecida entre Google e Universo Online (UOL) trouxe o serviço para o nosso lado do mundo. Hoje esse acordo já não existe mais, porém o Google conseguiu desbancar com bastante força buscadores que vinham ganhando força no Brasil, como o Cadê?, hoje incorporado pela Yahoo!.

Ao final de 2001 o banco de URLs indexadas pelo Google já alcançava os sonoros 3 bilhões de documentos virtuais. Hoje esse número já passa dos 8 bilhões de endereços.

Fevereiro de 2002 é um ano importante para todos que já construíam seus blogs web afora. O Google adquire mais uma empresa, dessa vez a Pyra Labs, responsável pelo desenvolvimento da ferramenta Blogger. No mês seguinte, uma ferramenta viria a auxiliar a renda desses blogueiros e também dos donos de sites: o AdSense.

Com o AdSense blogueiros e donos de sites podem gerar receita em conjuto com o Google!

Lançado em março, o serviço visava fornecer anúncios aos usuários cadastrados para que ajudassem a divulgar os clientes de publicidade para os quais o Google vendia espaço. Assim, cada um que tivesse cliques computados nos Anúncios Google ganharia uma fatia do rendimento proporcional aos lucros obtidos.

Pesquise livros e econtre aquilo que você precisava para o seu trabalho!

O final de 2002 é marcado pelo lançamento do Google Print, o que hoje conhecemos como Google Books. O serviço possui diversos arquivos em PDF contendo trechos de livros cujos direitos autorais limitam a exibição completa. Entretanto, é uma ajuda excelente para universitários e estudantes em geral.
A invasão das ferramentas sociais
Pode-se dizer que 2004 é um dos anos mais marcantes para os brasileiros dentro da história do Google. É nesse ano que o turco Orkut Buyukkokten, funcionário da empresa, desenvolve uma ferramenta de relacionamento social entre usuários da internet. No início, era preciso receber um convite de alguém que já fosse membro da rede para poder participar.

O Orkut é a rede social mais acessada no Brasil e mais de 40% dos seus usuários corresponde ao nosso país.

Contudo, isso não foi motivo para que o site não se tornasse popular no Brasil. Ter um convite para acessar o Orkut na sua caixa de emails era sinal de status. Portanto, quem fosse parte da rede já possuía um “diferencial” em relação aos outros usuários da web.
Entretanto, com a explosão de popularidade da rede social no Brasil, vários problemas começaram a aparecer. Desde crimes virtuais como a pirataria de jogos, softwares e outros produtos, o relacionamento virtual entre as pessoas acabou desencadeando em algumas comunidades de apoio ao crime organizado, tráfico de drogas e a pedofilia.

Diga não à pedofilia na Internet! Denuncie perfis criminosos!

Por essas razões, cada vez mais o número de pedidos de quebra de sigilo feitos pela Polícia Federal aumentava para que as investigações pudessem ser feitas e os responsáveis devidamente encaminhados à Justiça. Ao levar em conta essas requisições, o Google decidiu passar a gerência do Orkut para a filial brasileira da empresa em Minas Gerais.
Logo depois do lançamento dessa ferramenta social, o Google decide fazer incursões no mundo dos serviços de email. O nome escolhido para o tal serviço é Gmail, que começou como “Giga email” devido à capacidade de armazenamento, porém cabe dizer que o serviço pode ser chamado de “Google email”. Assim como o Orkut, o Gmail também exigia o recebimento de um convite para que o usuário pudesse ter uma conta.

Os aplicativos Google trazem ao usuário bons níveis de comodidade.

Mais tarde ferramentas como Google Earth, Google Talk, Google Reader, Google Analytics e uma série de outros serviços foram lançados, compondo a carteira de incorporações e produções próprias da empresa. Agora, o quarto de faculdade se tornou algo muito maior chamado “Googleplex” e fica nos Estados Unidos.
Google + YouTube
Sem dúvida o episódio da compra do serviço de compartilhamento de vídeos YouTube em outubro de 2006 pela “bagatela” de US$ 1,65 bilhões é um dos mais marcantes dos últimos anos, quando falamos em aquisições de ferramentas online. No momento da negociação, o site de vídeos completava cerca de um ano de funcionamento e hoje é uma das maiores formas de expressão audiovisual independente do mundo.

A Google desenbolsou 1,65 bilhões de dólares pela compra do YouTube!

Um exemplo fortíssimo é o usuário “CitizenTube” que nos últimos dias tem publicado vídeos das manifestações políticas do Irã devido às denúncias eleitorais contra o atual presidente Mahmud Ahmadinejad. Isso acontece porque as mídias locais e internacionais foram impedidas de noticiar qualquer ponto que mostre manifestações. O que você assiste nos telejornais à noite tem grandes chances de ter sido retirado do YouTube.

O CitizenTube é responsável por postar e agregar vídeos que você não veria na televisão aberta!

Assim como o Orkut e o Gmail, o YouTube é um dos maiores sucessos do Google. No início, a maioria dos usuários o via como uma maneira de se divertir e esquecer alguns problemas do dia-a-dia assim como fazem com a televisão. Contudo, alguns outros usuários passaram a perceber a importância política e social da ferramenta para divulgar informações relevantes sobre manifestações e uma imensa variedade de outras funções. De diversão, o YouTube passou a ser um veículo de informação.
Seu navegador, seu escritório
Os conceitos de ter tudo o que você precisa onde você estiver são levados à sério quando se fala de grande parte dos produtos Google. Prova incontestável disso é o Google Docs, suíte de aplicativos de escritório completamente online. Nela é possível abrir documentos com extensões .DOC, .XLS e .PPT. Porém, seguindo a linha de crescimento e aposta em boas ideias, o Google Docs é uma repaginação de um serviço que já existia chamado Writely, que executava conversões online de arquivos do Word em qualquer navegador.

Armazene seus documentos todos na sua Conta Google!

Outro aspecto importantíssimo para empresários do ramo web ou até mesmo aqueles que possuem sites de suas empresas é o controle de visitas e acessos. Nada melhor do que contar com relatórios completos, contendo informações valiosíssimas como palavras chave pelas quais o seu site é acessado, taxa de rejeição dos usuários e uma série de outros pontos que são detalhadamente tratados nos relatórios do Google Analytics.
Tenha relatórios detalhadíssimos com o Google Analytics!
O serviço também é gratuito e basta que o usuário faça o cadastro da sua URL e instale um código do Google para que o site seja reconhecido pelo indexador de resultados da empresa. Depois, basta acompanhar os gráficos e até mesmo personalizar os relatórios com as informações mais relevantes para o seu site.
Você está no mapa?
As ferramentas de localização geográfica do Google também são muito atrativas e funcionais. Um bom exemplo está nos serviços Google Earth, Google Maps e Google Street. Quem nunca sonhou em acordar no Brasil, visitar Paris e depois de cinco minutos estar na Austrália, por exemplo? Com o Google Earth é fácil ver os mais variados países a partir do espaço. Com os atuais complementos desenvolvidos para este software, é possível explorar a superfície lunar e até mesmo de Marte!

Visite o mundo com apenas alguns cliques!

Ao fechar a nossa escala de espaço, encontramos o serviço de mapas urbanos que permitem traçar rotas entre pontos, localizar endereços e uma série de outras possibilidades – o Google Maps. Além disso, as formas de locomoção são levadas em conta. Se você pretende cruzar a cidade a pé, o mapa apontará um caminho que facilite a sua caminhada; se for de carro, o Google Maps irá levar em consideração a direção das ruas.

Encontre o melhor caminho e saiba o que acontece naquela determinada rua!

A última instância de proximidade com as pessoas é o Google Street View. O serviço que ainda não chegou ao Brasil fotografa acontecimentos nas ruas e coloca as imagens em marcadores nos mapas do Google Maps. O serviço funciona da seguinte maneira: um carro passa fotografando o que está acontecendo de interessante em alguma rua ou quadra de uma cidade. Ainda não há previsão de chegada do serviço ao Brasil.

O Googleplex

Nos últimos anos o Google criou diversas filiais pelo mundo. Veja algumas delas nas imagens abaixo:

Filial Google em Dublin - IrlandaFilial Google em Zurich - Suíça

Filial Google na HolandaFilial Google em Chicago - Estados Unidos

Agora que você conhece a história da maior empresa de Internet da atualidade é hora de contar quais foram as suas impressões. O que você mais gosta no Google? Conte para a gente no seu comentário sobre os seus serviços favoritos que o empreendimento de Page e Brin! Como essas ferramentas auxiliam no seu dia-a-dia?

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Dez coisas que você precisa saber antes de comprar um notebook

09/03/2010

Pensando em comprar um laptop, mas não sabe por onde começar? Confira dez dicas do portal Minha Vida Digital para comprar o melhor computador portátil.

O ano de 2010 já entrou em seu segundo mês e o ritmo de férias aos poucos vai se desfazendo com a proximidade do início das aulas e profissional. Muitas pessoas aproveitam essas datas para fazer um investimento que contribua para sua carreira ou ajude nos estudos. É quando decidem comprar um notebook.

Mas você sabe o que analisar na hora de comprar um laptop? A cada ano, mais e mais modelos são lançados no mercado, cada um com configurações e características diferenciadas. E isso é refletido no preço.

O problema é que muita gente pauta essa escolha a partir do valor do aparelho. Em busca de um notebook barato, vários itens importantes são deixados de lado em troca da melhor oferta e o resultado é um aparelho que fica aquém do necessário para desempenhar suas tarefas.

E o inverso também é verdadeiro. Por mais que na maioria dos casos os computadores mais caros realmente possuam uma boa configuração, pode ser que ela esteja muito acima do que é preciso para você. Isso sem falar dos laptops medianos que são vendidos acima do preço.

Em  dúvida? O Baixaki  ajuda!

Para ajudá-lo na difícil missão de comprar um notebook, o portal Baixaki fez esta lista com as dez coisas que você precisa saber antes de sair às compras.

Atenção: Pode ser que para o usuário mais experiente os itens apresentados pareçam repetitivos e básicos, mas é bom lembrar que nem todo mundo sabe quais itens avaliar e esta lista é feita especialmente para esse tipo de pessoa.

Dica 1 – Tela

A primeira coisa a ser analisada é o tipo de tela. O mais comum de ser encontrado nos notebooks é o LCD, enquanto os mais novos já possuem a tecnologia LED equipada.

A  diferença entre   LCD e LED está, principalmente, no brilhoA diferença básica entre as duas é a qualidade da imagem. A primeira utiliza uma luz traseira (backlight) de cor branca, o que pode resultar em uma taxa de contraste menor se comparada com as LEDs, que fazem uso de iluminação independente que deixa a tela com mais brilho e cores mais vivas.

Outro fator que deve influenciar bastante na hora de definir o tipo de tela é o consumo de bateria. Os visores de LCD gastam mais energia por causa da lâmpada utilizada em seubacklight, que se estende por toda a tela. Enquanto isso, as LEDs fazem uso de uma série de pequenas lâmpadas e, portanto, consomem menos.

Essa diferença também é sentida no bolso. As telas de cristal líquido são populares, mais baratas. Já os notebooks com telas LED já são mais difíceis de serem encontrados e geralmente possuem uma configuração elevada, o que aumenta também seu preço.

Tamanho é documento

Netbook: menor,  porém mais fácil de ser carregado

Ok, você já se decidiu sobre o tipo de tela. Mas e o tamanho? Tenha sempre em mente que, quanto maior o visor, maior o notebook. Então, antes de tomar qualquer decisão, saiba exatamente para qual finalidade você vai utilizá-lo.

Se você é alguém que está sempre em movimento e quer um laptop por causa de sua mobilidade, é aconselhada uma tela menor. Assim você pode colocá-lo facilmente em uma mochila ou bolsa e ir para qualquer lugar sem sofrer com o peso. Telas de 13 ou 14” estão de bom tamanho.

Porém, se você prefere utilizá-lo como um substituto do computador de mesa e para ver filmes e rodar jogos, pode aventurar-se nos notebooks com telas maiores do que 15.4”. Para quem gosta de cinema, há também a possibilidade de adquirir um laptop widescreen, que apresenta as imagens em um formato mais próximo ao olho humano.

Dica 2: Notebook versus netbook

Netbooks não  possuem leitores de DVD. Pense nisso antes de  comprar.Já que estamos falando de tamanho, você saberia diferenciar um notebook de um netbook? Se sim, ótimo! Porém, caso ainda tenha dúvidas, é melhor conhecer bem os dois antes de ir às compras.

Em resumo, o que difere os dois modelos é o tamanho. Os netbooks são considerados computadores ultraportáteis, ou seja, são menores do que os laptops tradicionais e possuem telas entre 7 e 10”.

Essa diferença acaba sendo refletida em outros elementos do computador. Para diminuir as dimensões do computador, diversos componentes e elementos tiveram de ser removidos, como entradas USB, placas de vídeo e leitor de DVD.

É claro que isso não é regra e pode variar entre as máquinas (atualmente existem netbooks com configurações muito boas, apesar de mais caros), portanto fique sempre de olho.

Tenha sempre em mente qual a utilidade que você deseja dar ao seu laptop. Se você o quer apenas para conectar a internet e checar seus emails e Orkut de qualquer lugar, os netbooks podem ser uma boa opção. Por outro lado, se quiser utilizá-lo para tarefas mais pesadas ou usá-lo na escola ou no trabalho, é recomendado um notebook.

Dica 3 – Entradas e conexões

Outro aspecto importante, mas que quase sempre passa despercebido na hora da compra, é a quantidade e variedade das entradas que o computador possui. Não adianta prestar atenção na configuração e depois descobrir que só é possível conectar um USB por vez.

Entradas USB são muito importantes para qualquer computador

Parece besteira, mas poucas entradas resultam em muita dor de cabeça. Imagine que o computador tenha apenas duas entradas, ocupadas por um modem 3G e um mouse. Como você vai fazer para conectar um pendrive, por exemplo?

No caso dos netbooks, em que muitas vezes o espaço do HD é bastante limitado, um dispositivo móvel é essencial, então veja bem isso na hora de comprar. A partir de três entradas já é interessante.

Sem  Wi-Fi? Reconsidere.

E para usar a internet

Um dos motivos básicos para adquirir um notebook é estar conectado à internet em qualquer lugar. Quando se fala de mobilidade, a primeira coisa que vem em mente é wireless, ou seja, conexão sem fio.

Por mais que seja algo básico em um computador móvel, confira se ele possui placa Wi-Fi. Em alguns casos, para baratear o produto, algumas empresas simplesmente não a inserem e você é obrigado a conectar via 3G ou através de cabos. E se você tiver de acessar através de alguma rede local que utilize fios, opte por laptops que possuam entrada ethernet.

Dica 4 – Teclado e mouse

Você já utilizou o teclado e um mouse um notebook? Se não, saiba que eles possuem algumas diferenças se comparados com os periféricos de um computador de mesa e pode ser que você tenha problemas na hora de se adaptar à mudança.

Na maioria dos casos, o espaço entre as teclas é bem reduzido, o que as deixa bem perto e pode causar estranheza para quem não está acostumado. Peça para testar na loja, simule a digitação de qualquer coisa para verificar se é confortável e se os botões não são “travados”.

Teclado e touchpad: questão de adaptação

Fique atento também ao padrão ABNT2 que é utilizado no Brasil. Computadores importados geralmente seguem a normatização de seus países de origem e podem confundi-lo ao digitar.

Já na questão do mouse, analise as funções do touchpad. Veja se ele possui botões de ativação (assim como o direito e esquerdo do mouse), ou se é tudo controlado através do espaço sensível.

É difícil dizer qual o melhor ou pior, já que tudo é uma questão de gosto e adaptação. Portanto veja qual o melhor para você. E lembre-se de que é possível adicionar um teclado ou um mouse tradicional a partir de entradas USB se você achar conveniente.

Dica 5: Sistema operacional

Por mais que muitos critiquem ou torçam o nariz, é inegável que o Windows é o mais popular entre os sistemas operacionais. Por conta disso, muitos usuários já são familiarizados com ele e demoram a se adaptar a outras plataformas.

Preste atenção no sistema do notebook antes de comprar.

Mas o grande problema é o preço de um notebook com Windows original. Por ser amplamente utilizado, o SO possui um preço deveras salgado em nosso país, o que eleva o valor do laptop.

Para tornar os custos mais acessíveis, muitas empresas optam por sistemas de código aberto. Então preste atenção quanto a isso para não comprar um Linux se você só sabe utilizar Windows. E se optar pela plataforma do pinguim, prepare-se para conhecer um novo modo de utilizar o computador.Apple

Outro erro bastante comum é em relação aos MacBooks, os laptops da Apple. Por mais que funcionem com um notebook normal, os Macs possuem um sistema próprio.

Dica 6: Webcam – ter ou não ter?

Por  que usar assim se você pode ter uma webcam integrada ao notebook?Outro item constantemente ignorado na hora de comprar um notebook são as webcams. Por mais que muita gente considere-as como desnecessárias e nem esteja presente em todos os aparelhos, elas podem ser muito úteis dependendo da situação.

Se você é alguém que viaja constantemente e pretende utilizar o laptop para trabalho, a câmera integrada é perfeita para realizar videoconferências. Para isso, uma webcam de 1.3 megapixel já é suficiente.

É possível comprar uma câmera separadamente e conectá-la através de entradas USB, mas isso limita a movimentação e é pouco prático. Você quer um notebook exatamente pela mobilidade, certo? Mas se você quer utilizar a webcam apenas para conversas no MSN, pode ser que a externa resolva seus problemas.

Dica 7: Marca

Muita gente não se importa muito com a marca do aparelho e até prefere aquelas menos conhecidas por causa do baixo preço. Mas e se o notebook apresentar problemas, como fica a assistência técnica?

Garantia e  assistência técnica sempre são de grande ajuda!

Antes de decidir por qual modelo comprar, analise quais empresas oferecem assistência em sua cidade. Lembre-se de que se não houver, você terá de enviar seu laptop para alguma cidade para consertá-lo.

Outra questão importante é quanto ao suporte técnico, seja pessoal ou por telefone. Se a marca não possuir, saiba desde já que você terá de contratar um técnico para arrumar qualquer problema.

Dica 8: Duração da bateria

Quanto maior a  duração da bateria, menos tempo seu notebook fica  na tomada.A grande vantagem em se adquirir um notebook é sua mobilidade. Para poder levá-lo para qualquer lugar com tranquilidade, é necessário que a bateria dure tempo o suficiente para você realizar suas tarefas.

A primeira coisa a ser analisada é o tipo de bateria. Já há algum tempo elas são feitas a partir de íons de lítio que, além de serem mais duradouras, não correm o risco de “viciar” como as feitas de íons de níquel. Os laptops da Apple já utilizam baterias de lítio-polímero, que recarregam mais rápido.

Além disso, verifique a quantidade de células existentes, que varia entre três e nove. Quanto mais, maior será o tempo de duração da recarga. Isso é fundamental para quem quer utilizar o laptop sem depender de fios e tomadas.

Dica 9: Chipset gráfico

Um dos pontos mais importantes do computador e que muitas vezes é esquecido é o chipset referente à parte gráfica. Em poucas palavras, ele é a parte do notebook responsável por administrar e suportar tudo o que exija elementos de vídeo.

Novamente voltamos à pergunta: para qual finalidade você quer um laptop? Se apenas para tarefas simples, não é necessário um chipset tão elevado. Porém, se você pretende utilizá-lo para jogos ou com programas pesado que exigem mais da parte gráfica, como Corel e Photoshop, procure um mais potente.

Quer rodar jogos? Invista em um bom chipset.

O problema é que nem todo mundo sabe como verificar o chipset de vídeo, muito menos informar se ele é bom ou não. Para evitar comprar algo às cegas, peça para testar o computador e verifique você mesmo.

Abra o Menu Iniciar e execute o comando “dxdiag.exe” e então vá à aba “Exibir” (ou “Display”, caso esteja em inglês). Anote as informações e pesquise na internet ou com alguém que entenda para saber se ele realmente é útil para aquilo que você quer. Na imagem abaixo, o chipset é aconselhado apenas para tarefas simples:

Chipset não recomendado para jogos

Dica 10: confira a configuração completa

DDR, HD, Dual Core, RAM. Conhece todas essas siglas? Se a resposta for não, é melhor ficar por dentro do que significa cada uma delas antes de comprar seu notebook.

Memória RAM? 2 GB no mínimo!E como as peças para computadores móveis são mais caras do que as tradicionais e mais trabalhosas de trocar, é melhor comprar um aparelho já com a configuração necessária do que gastar mais futuramente.

Analise bem todos os componentes do laptop e não se deixe enganar por números altos que não dizem nada. De que adianta ter 750 GB de HD se o computador possui apenas 256 MB de memória RAM? Saiba exatamente qual a utilidade de cada componente e você vai saber de quanto vai precisar.

O espaço em HD, por exemplo, serve para você armazenar seus arquivos e programas. Se você é alguém que baixa muita coisa da internet ou cria arquivos muito grandes, um disco rígido com bastante espaço é o ideal. Se não, não é necessário investir tanto em quantidades colossais.

A memória RAM é um dos itens necessários para deixar o notebook rápido. O aconselhado é a partir de 2 GB para rodar boa parte dos programas sem sofrer com lentidão ou travamentos.

Processadores

Não  se deixe enganar por números

Um erro bem comum é sobre o processador. Muita gente se impressiona com o valor absoluto que é estampado e não analisa a estrutura por completo. Os chamados processadores “dual core” possuem, como o próprio nome em inglês diz, dois núcleos.

Ao comparar um de núcleo único de 2.0 GHz com um dual core de 1,8 GHz, não acredite apenas no número. Como possui dois núcleos, o valor do segundo basicamente dobra, já que dois processadores trabalham nessa velocidade simultaneamente.

Uma questão de necessidade

Como dito ao longo deste guia, tudo deve ser analisado a partir de sua necessidade. Não adianta investir em um notebook top de linha se for para usá-lo apenas para acessar o Orkut e conversar com amigos no MSN, assim como também não é interessante comprar um de baixa potência para tarefas pesadas.

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Direitos do Consumidor: eletrônicos e Internet

09/03/2010

Saiba quais são os seus direitos na hora de adquirir um produto eletrônico, planos de telefonia e internet banda larga.

Quem nunca teve um problema com um produto eletrônico ou operadoras de telefonia e internet banda larga que atire a primeira pedra. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL -, em 2009 o número de aparelhos celulares habilitados no Brasil era de 153 milhões. Já o número de usuários com internet banda larga em suas residências gira em torno de 23 milhões.

Com um número tão expressivo de usuários, é natural que o volume de problemas e reclamações também se tornem cada vez mais comuns. Mas o que fazer quando a vítima do problema é você? O portal Baixaki foi pesquisar o que fazer em algumas das situações mais frequentes que podem acontecer no dia a dia.

A boa notícia é que, na maioria dos casos, o Código de Defesa do Consumidor garante plenamente os seus direitos. Por isso, fique ligado neste guia e não deixe ninguém passar você para trás por falta de informações. Afinal, problemas podem até ocorrer, mas isso não significa que os seus direitos possam ser desrespeitados ou ignorados por completo.

Prazos e garantias

Imagine a seguinte situação: você acabou de comprar um monitor novinho na loja e, já no primeiro mês, ele começa a apresentar problemas. A quem recorrer, a loja ou ao fabricante? Tudo irá depender do prazo decorrido de sua compra.

Os produtos eletrônicos são considerados bens duráveis e têm pelo Código de Defesa do Consumidor um prazo de garantia legal de 90 dias, conforme o inciso II do artigo 26. A garantia legal independe da contratual, que é aquela ofertada pelo fornecedor, cujo prazo pode variar. A garantia legal é complementar à garantia contratual.

Fique atento aos itens cobertos pela manutenção durante o prazo de  garantia.

Assim, se um produto é ofertado como tendo garantia de um ano (contratual), esta garantia deve ser complementar à garantia legal (90 dias), totalizando um período de um ano e três meses. Os itens cobertos pela garantia variam de produto para produto e você deve ficar atento ao que está disposto em seu certificado de garantia e no manual de instruções do produto.

Alguns estabelecimentos comerciais, por liberalidade, estipulam um prazo, por exemplo, de 5 dias, para troca do produto em caso de defeito. No entanto, a garantia contratual é estabelecida pelo fabricante, mas o vendedor responde solidariamente, conforme o Código de Defesa do Consumidor, se o problema não for resolvido pela assistência técnica.

Fiquei um dia ou mais sem internet. Devo pagar por ele?

A resposta para essa pergunta é simples: não! Talvez esta seja uma das reclamações mais comuns dos usuários. Muitas vezes, devido a algum problema externo ou mesmo uma janela de manutenção, a internet banda larga de uma determinada região da cidade fica fora do ar por alguns instantes.

No entanto, para quem trabalha online o tempo todo, alguns minutos podem parecer uma eternidade, o que dizer então de ficar um dia inteiro sem internet? Segundo o Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 20, “o fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor“.

Nos incisos I, II e III do mesmo artigo as opções também ficam claras, sendo seu direito exigir “a reexecução dos serviços, sem custo adicional e quando cabível; a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos; o abatimento proporcional do preço“.

Anote as datas e horários das reclamações feitas junto à  operadora.

Todavia, é preciso comprovar o tempo que o serviço ficou fora do ar. Para isso, segundo orientação do Procon-PR, o consumidor deve “contatar a empresa solicitando o desconto proporcional e/ou os órgãos de defesa do consumidor. Na reclamação é preciso que conste a data e hora da interrupção do serviço”.

É importante ter em mãos também números de protocolos com datas e horários das ligações efetuadas para a operadora. A mesma regra vale para serviços de telefonia e serviços considerados essenciais, como água e luz.

Velocidade de conexão abaixo do contratado

Este é um ponto polêmico. Os serviços de transmissão de dados não são estáveis e muito menos disponibilizam uma velocidade contínua. Assim, é natural que ocorram variações na velocidade de download e upload para mais ou para menos do valor contratado.

Embora numa análise inicial a queda significativa na velocidade possa também se enquadrar no artigo 20 – já que há uma diminuição de valor – é importante neste caso atentar para o que está escrito no contrato que você assinou quando contratou o serviço. A maioria deles prevê uma variação na velocidade contratada.

Alguns contratos, inclusive, estipulam que a velocidade de conexão pode chegar até a 10% do valor. Num caso extremo como este, você deve entrar em contato com a operadora e, se nada for feito, procurar um órgão de defesa do consumidor como o Procon.

Legalmente não há muito para ser feito, mas cláusulas como essas podem ser questionadas, uma vez que podem ser interpretadas como abusivas. Se você não recebeu uma via do contrato, exija-a. É um direito seu. Assim como também é um dever seu ler o contrato antes de assiná-lo para que, caso discorde de alguma de suas cláusulas, possa questioná-las ou mesmo procurar outra empresa.

Fique atento a variação máxima permitida de acordo com o seu  contrato.

A mesma regra vale para limites de banda. Caso você tenha contratado um plano de dados ilimitado, não faz sentido ter sua velocidade de conexão reduzida ao atingir determinado limite de download. Mais uma vez, procure saber o que foi estabelecido em contrato e, caso nada tenha sido mencionado, acione o Procon de sua cidade.

Alguns órgãos como o Instituto de Defesa do Consumidor – IDEC – têm questionado cláusulas como a supracitada, buscando uma padronização na legislação. Porém, em princípio, o que existem são decisões judiciais isoladas, analisadas em casos individuais.

Multas rescisórias e prazo de fidelidade contratual

Para o Procon-PR a exigência relativa a prazo de fidelidade nos serviços de internet é abusiva, conforme os artigos 51 e 39 do Código de Defesa do Consumidor.

O artigo 51 dispõe que “são nulas de pleno direito, entre outras, as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que: transfiram responsabilidades a terceiros (inciso III) e deixem ao fornecedor a opção de concluir ou não o contrato, embora obrigando o consumidor (inciso IX)“.

Na maioria dos casos, ao exigir o não pagamento de multas rescisórias ou taxas referentes a quebras de contrato, as operadoras depois de alguma negociação costumam abrir mão dos valores. No entanto, caso você não tenha sucesso, a melhor saída é procurar um órgão de defesa do consumidor.

Para o Procon-PR a exigência relativa a prazo de fidelidade nos  serviços de internet é abusiva.

Mais uma vez, é importante ficar atento ao que está disposto no contrato que você assinou e tê-lo em mãos, assim como comprovantes de pagamento e números de protocolo de ligações à operadora, na hora de entrar em contato com os órgãos de defesa.

Compras no exterior

Com a popularização das lojas online e da implementação de sistemas mais seguros para transferência de dados, aumentou significativamente a compra de produtos pela internet. Dados divulgados no final de 2009 dão conta que as transações online cresceram 28% em relação aos dois últimos anos.

Embora o mercado interno online já seja hoje uma fonte confiável para boa parte dos consumidores, ainda são poucos que se aventuram em compras online em lojas do exterior. Fatores como a alta carga tributária, taxas de frete mais altas e prazo maior para entrega acabam ainda sendo motivo de desconfiança para muitos usuários.

Porém, mesmo que você esteja disposto a encarar todos esses fatores, precisa ficar atento também a um outro detalhe: caso o produto que você comprou apresente algum defeito ou venha com alguma avaria será preciso contar com a idoneidade e a boa vontade da loja de origem para resolver o problema.

Isso acontece porque as leis do Código de Defesa do Consumidor não se aplicam aos estabelecimentos comerciais internacionais. Por isso, antes de efetuar uma compra internacional, leve em consideração alguns fatores.

Dois principais deles são: informe-se em fóruns ou com outros usuários sobre experiências anteriores de compra e verifique no site quais as condições e prazos para possíveis devoluções ou trocas de mercadorias.

Preste muita atenção na idoneidade da loja antes de comprar no  exterior.

Mas e caso você compre um produto fora do país de uma empresa ou marca que possua representante legal em terras brasileiras? Segundo orientação do Procon-PR, caso exista um representante oficial do fornecedor internacional no Brasil, o consumidor pode procurá-lo para resolução de eventual problema. Se não houver representante no país, o consumidor deve recorrer ao Judiciário, com abertura de processo.

Alguns cuidados básicos que você deve tomar antes de efetuar qualquer tipo de compra online, seja no Brasil ou no exterior:

Saiba efetivamente como funcionam todos os procedimentos a serem adotados durante a compra e após o recebimento da mercadoria. Em caso de dúvida não hesite em entrar em contato com a loja. Caso sua mensagem não seja nem respondida, desconfie sobre a qualidade do serviço prestado;
- Verifique as medidas que o site adota para garantir a segurança e a privacidade dos seus dados;
- Guarde todos os dados de compra, como itens adquiridos, valor pago, forma de pagamento, prazo de entrega e número do protocolo de compra. Emails trocados com a loja também são válidos em uma possível reclamação, por isso guarde-os também;
- Exija sempre nota fiscal do produto.

Quando posso me arrepender das compras que fiz via Internet?

Desde que você esteja agindo de boa-fé é possível, sim, arrepender-se da compra de um determinado produto. Este é mais um direito do consumidor e que pode ser exercido em duas situações. Quando o produto ou serviço recebido não corresponder às suas expectativas, é uma delas; ou quando o consumidor for induzido a contratar sem a necessária reflexão.

Neste caso, exige-se boa fé do consumidor por se tratarem de condições de análise subjetivas, e não técnicas, para desistência da compra do produto. Em situações como esta seu direito pode ser exercido até 7 dias após a data de assinatura do contrato ou recebimento da mercadoria.

Se você ficou desapontado com um produto pode devolvê-lo em até  sete dias.

O produto recebido deverá ser devolvido e os valores pagos à loja devem ser restituidos, inclusive, com atualizações monetárias quando forem cabíveis. Vale lembrar que o produto deve ser entregue da mesma forma que você recebeu, ou seja, sem avarias e em perfeitas condições de uso.

Seja um consumidor consciente

Conhecer os seus direitos e deveres como consumidor é uma das melhores maneiras para evitar aborrecimentos quando eventuais problemas ocorrerem. Assim, além de evitar ser enganado, você saberá exatamente como proceder em determinadas situações.

Listamos aqui algumas dicas que você deve levar em consideração antes de adquirir qualquer produto e algumas ações importantes a serem feitas após a compra:

- Antes de adquirir qualquer produto ou serviço, solicite uma cópia do contrato para leitura. Muitas vezes o consumidor só de dá conta de determinadas condições de utilização após a assinatura do contrato. Com isso você evita comprar produtos que não irão suprir suas necessidades e também pode questionar, caso discorde de algumas condições impostas pelo fabricante ou prestador do serviço;

- Guarde todos os comprovantes de compra, notas fiscais, certificados de garantia e manuais de instrução juntos. É comum acontecer de um produto apresentar problemas depois de quase um ano da compra e o consumidor não poder usufruir da garantia por não ter mais os comprovantes de compra. Por isso, guarde-os de maneira organizada em algum lugar de fácil acesso em sua residência;

- Leia atentamente o manual de instruções do produto, bem como os contratos de utilização de serviços.Você descobre como utilizar todas as funções de um determinado bem durável sem o receio de estar fazendo algo errado que possa estragá-lo. Da mesma maneira, no caso dos serviços, você fica ciente dos seus direitos e deveres e pode utilizar essas informações em benefício próprio quando necessário.
- Conheça o Código de Defesa do Consumidor. Muitas vezes o proprietário de um produto com avarias acaba deixando de exercer os seus direitos por não ter conhecimento da legislação. O texto completo da Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, pode ser acessado na página do Governo Federal;

- Ao entrar em contato com um Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC – ou assistência técnica, anote sempre a data e o horário da ligação, bem como os números de protocolo de atendimento e, se possível, o nome dos atendentes. Informações como essas são primordiais caso o problema não seja solucionado pela empresa e seja necessário procurar um órgão de defesa do consumidor;

- Se você se sentir lesado e o contato direto com a prestadora de serviços, a loja ou o fabricante não resolverem o seu problema, procure o Procon da sua cidade. O Governo Federal mantém o site Portal do Consumidor e nele é possível pesquisar o telefone e endereço de todas as unidades do Procon no país. Outra alternativa é consultar o IDEC. A página oficial da entidade também traz muitas orientações ao consumidor além dos telefones e endereços para contato.

Pense antes de comprar.

Alguns sites para você visitar

Lei nº 8.078 – No site do Governo Federal está disponível o texto integral da Lei Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, que legisla sobre os direitos e deveres do consumidor;

Portal do Consumidor – Site também mantido pelo Governo Federal onde é possível localizar a unidade do Procon mais próxima de sua cidade;

ANATEL – A Agência Nacional de Telecomunicações é a responsável pela regulamentação dos setores de internet e telefonia no país. Além de toda a legislação sobre o assunto o site traz respostas às perguntas mais frequentes do consumidor sobre o assunto;

IDEC – Site do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, uma associação de consumidores independente que tem por objetivo educar e conscientizar os cidadãos sobre os seus direitos.

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Memória RAM: como escolher a melhor para o computador?

09/03/2010

Dicas para você poder analisar qual a memória ideal para o seu PC.

No mundo da informática, é muito comum que os computadores top de linha, em questão de pouco tempo, acabem tornando-se obsoletos pelo fato de novos hardwares serem lançados com freqüência no mercado. O mesmo princípio vale para os jogos, que cada vez mais estão pedindo PCs com recursos poderosos — muitas vezes mais potentes do que a máquina da sua casa.

Para tentar contornar alguns problemas da constante perda de desempenho das máquinas atuais,  uma das soluções mais importantes e baratas é a compra de mais memória RAM para o computador. Desta maneira, é possível torná-lo mais veloz sem necessitar efetuar uma grande mudança.

Entretanto, a tarefa de adicionar mais memória em seu sistema deve ser feita de forma cautelosa para que haja um ganho real de desempenho. Atenção! Antes de prosseguir, você pode dar uma olhada no artigo “O que é memória RAM?” e entender por que este componente é tão importante para a sua máquina.

Qual a melhor configuração para você?
Atualmente, é incrível a quantidade de tarefas que podem ser feitas através do computador, sendo que cada  uma delas necessita uma parcela específica de memória RAM. Por isso, classificamos três tipos de perfis: PCs domésticos; PCs para trabalho e PCs para gamershardcore.
1. PCs domésticos
PCs para navegação

PCs  domésticos são destinados para usuários de computadores que costumam visitar o Orkut, o Youtube , fazer trabalhos, ler emails etc. Normalmente, estas tarefas  não necessitam uma grande quantidade de memória RAM instalada no sistema. Isso acontece pelo fato de que esse tipo de máquina não rodará aplicativos pesados, no máximo um Office, um navegador (FirefoxIEChrome) com recursos como o Flash ou um player multimídia atual (WinampWindows Media Player).

Para o Windows Vista, 2 GB é um bom número, enquanto que para o Windows XP e Distribuições Linux, 1 GB já é suficiente na maioria dos casos.

2. PCs para trabalho
PCs para trabalhoA configuração desejada para esse tipo de computador depende muito dos aplicativos instalados. Contudo, normalmente um PC de trabalho possui programas como suítes  de escritório (Microsoft OfficeOpenOffice), editores de Imagens (PhotoshopGimp), editores de vídeos, aplicativos comerciais, entre outros. Numa máquina como esta, torna-se necessário garantir que estes softwares terão um bom desempenho, sem problemas como travamento.

Como supracitado,  a quantidade de RAM recomendada varia de acordo com os aplicativos usados, mas, no caso geral, em torno de 2 GB de RAM já são suficientes para a maioria  dos sistemas operacionais atuais. Em alguns casos, como na edição de vídeos, é recomendado o uso de 4GB.

3. PCs para Games
Máquina TunadaOs novos games que estão sendo lançados no mercado, como CrysisFallOut 3, cada vez mais apelam para efeitos gráficos de última geração, exigindo mais da máquina.  Se você quer montar um computador decente, terá que desembolsar uma boa grana para garantir a jogatina.

Além da memória, o PC, de uma maneira geral, assim como a placa de vídeo, deve ser o mais avançado do mercado. Em questão de números, pode-se afirmar que é necessário 4 GB de RAM para um desempenho ideal.

Atingindo um novo patamar em desempenho

Agora que nós já vimos os principais perfis de usuários de computador, vamos mostrar quais critérios você deve avaliar ao comprar memórias RAM. Para um ganho de desempenho do sistema de um modo geral, é possível optar por duas opções distintas: adicionar mais memória ou comprar um computador novo.

Normalmente, a compra de memória adicional é recomendada para PCs que ainda não estão completamente obsoletos e que podem ter grande parte de seu hardware reaproveitado. Entretanto, para máquinas cujos recursos estão ultrapassados de uma forma geral, a melhor solução é comprar um computador novo.
Adicionando mais memória

Adicionando mais memória

Ao adicionar mais memória ao computador, o leitor deverá estar atento para alguns fatores importantes. O primeiro deles é o conhecimento de modelo de RAM que a placa mãe do seu PC utiliza, pois somente é possível comprar um pente de memória que siga a mesma especificação. Caso contrário, é muito provável que o pente novo nem encaixe na placa-mãe ou não funcione. Por exemplo, uma memória DDR3 não funcionará numa máquina que só suporta DDR2.

Também não é recomendado misturar memórias de marcas e freqüências diferentes, sendo que uma placa-mãe com um pentes distintos pode funcionar de maneira irregular, diminuindo o desempenho do sistema. Portanto, só tente combinar pentes de mesmo modelo e fabricante na sua máquina.

As dicas acima são úteis para usuários para todos perfis de computadores. Porém, no caso de gamers hardcore, antes de substituir a memória, uma avaliação completa da máquina é necessária para determinar se adicionar RAM irá realmente surtir o efeito esperado. Na maioria dos casos, games hardcore são obrigados a comprar um PC novo para rodar os jogos mais novos do mercado. Se for possível só comprar memória, o uso de pentes de marcas conhecidas é  fortemente recomendo.

Descobrindo o hardware presente na sua máquina
Existem programas específicos para descobrir qual o hardware instalado em sua máquina. Por exemplo, para o windows, o aplicativo PC Wizard realiza esta tarefa. Já no Linux, estas informações podem ser obtidas através do comando: “$ sudo lshw”.
Comprando um computador novoDentro do computador
Grande parte dos computadores novos existentes nas lojas de informática rodam sites como o Orkut e o Youtube sem grandes problemas. Portanto, este tipo de usuário não precisa se preocupar muito com a configuração de hardware, desde que a memória deste computador esteja nos valores especificados anteriormente.

A compra de um PC de trabalho deve ser feita de uma maneira mais cuidadosa, dependendo do tipo de aplicação que será executada.  Por exemplo, a execução de uma ferramenta como o Office não necessita uma máquina super potente, mas a edição de vídeo exige que uma boa placa de vídeo seja adquirida junto.

Normalmente, gamers hardcore gastam muito dinheiro montando seus computadores. Além da memória RAM, os demais componentes, como placa de vídeo, também devem ser os modelos mais novos do mercado.

Tipos de Memória RAM existentes no Mercado
Na seção anterior falamos sobre os principais soluções existentes para aumentar o desempenho do sistema. Agora, vamos detalhar algumas características importantes que constitui a memória, como  como formato, módulo, freqüência e marca.
Formato
O formato é uma das características mais importantes de uma memória RAM, sendo que existe uma placa-mãe específica por fabricante para cada um deles. Em outras palavras, um computador aceita somente um modelo por placa. Existem vários tipos de memórias, entretanto, os mais conhecidos atualmente são o DDR, DDR2, DDR3 e DDR4:

Formato de memória

  • DDR: era padrão até alguns anos atrás, sendo que não é mais adotado em PCs novos. Todavia, muitas máquinas antigas ainda usam este tipo de memória. Caso você encontre um PC que ainda use esse tipo de memória, sua compra não é recomendada.
  • DDR2: é o padrão atual, acompanhando a grande maioria dos PCs fabricados em 2008. Este modelo suporta o recurso “Dual Channel”, o qual permite que dois pentes idênticos instalados na máquina obtenham um ganho de performance de até 25%. Normalmente é o padrão mais recomendado para PCs Domésticos e de Trabalho.
  • DDR3: este formato está sendo fabricado nas máquinas mais potentes, visando um desempenho maior comparado ao DDR2. Seu uso pode ser aplicado no caso de gamershardcore.
  • DDR4: por enquanto está em fase de testes, possuindo a previsão de chegada ao mercado somente em 2012.

Freqüência

A freqüência de uma memória, medida em MHz, determina a sua velocidade máxima de transferência de dados para o processador. Em outras palavras, quanto maior a freqüência, maior será o desempenho obtido. Basicamente, os seguintes valores correspondem às memórias atuais:

  • DDR: 100 até 400 MHZ
  • DDR2: 400 até 1066 MHZ
  • DDR3: 800 até 1600 MHZ

Para um melhor desempenho, é sempre recomendado possuir pentes de memória que trabalham na freqüência máxima permitida de um formato qualquer. Ex: 400 MHz para DDR e 1066 MHz para DDR2.
Módulo
O módulo de uma memória é uma forma de identificar um formato e uma freqüência de maneira única, através de um rótulo, também indicando qual a sua velocidade máxima de transferência. A tabela abaixo mostra como o módulo determina seus atributos:

Módulo

Nome Padrão

Formato

Freqüência*

PC1600

DDR-200

DDR

200 MHZ

PC2100

DDR-266

DDR

266 MHZ

PC2400

DDR-300

DDR

300 MHZ

PC2700

DDR-333

DDR

333 MHZ

PC3200

DDR-400

DDR

400 MHZ

PC2-3200

DDR2-400

DDR2

400 MHZ

PC2-4200

DDR2-533

DDR2

533 MHZ

PC2-5300

DDR2-667

DDR2

667 MHZ

PC2-6400

DDR2-800

DDR2

800 MHZ

PC2-8500

DDR2-1066

DDR2

1066 MHZ

PC3-6400

DDR3-800

DDR3

800 MHZ

PC3-8500

DDR3-1066

DDR3

1066 MHZ

PC3-10600

DDR3-1333

DDR3

1333 MHZ

PC3-12800

DDR3-1600

DDR3

1600 MHZ

*Na tabela acima, as freqüências já estão multiplicadas pela quantidade de ciclos. Por exemplo, uma memória PC3200 trabalha com o clock de 200 MHZ, entretanto, na prática sua velocidade é 200 MHZ x2 = 400 MHZ.

Marca e Fabricante

HardwareA marca da memória é sinônimo de qualidade e durabilidade, pois quanto mais conceituado for o fabricante, maior será a garantia que o hardware adquirido funcionará com um melhor desempenho. Basicamente, é possível dividi-las em dois grandes grupos: marcas conhecidas e genéricas.

Entre as principais empresas que fabricam memória, podemos citar a Samsung, Kingston e a Corsair, sendo que cada uma delas possui características próprias. Normalmente, costumam ter uma boa qualidade, sendo recomendadas para PCs que necessitam bastante desempenho, como máquinas destinadas para jogos.

As memórias RAM genéricas são mais baratas comparadas às originais, entretanto, possuem origem duvidosa, podendo comprometer a performance geral do PC. Por isso, computadores destinados à navegação, na maioria dos casos, já são suficientes.

Existem pequenas diferenças entre as memórias de marca, sendo que as principais delas são:

Corsair logoCorsair: entre as memórias de marca, é a que possui o preço mais alto e mais funcionalidades. Para alguns processadores, como os fabricados Intel, a Corsair desenvolve pentes especializados para aperfeiçoar mais ainda as taxas de transferência. Esta marca é principalmente recomendada para gamers hardcore, que necessitam de máximo desempenho em suas máquinas.

Samsung logoSamsung: memória que tem uma boa relação de custo/benefício, pois também funciona de maneira eficiente. Seu principal uso é recomendado para PCs de trabalho, que necessitam de um bom hardware.

Logo  KingstonKingston: em sua forma original, é uma ótima memória. Contudo, ela sofre do problema do “Powered By”, que significa o fato da Kingston vender seu chipset (parte do hardware) para marcas genéricas. Isso faz com que usuários comprem pentes genéricos pensando que são desta empresa. Portanto, seu uso é destinado para máquinas mais leves.

Onde comprar memória RAM?
A compra de uma memória está diretamente ligada ao seu modelo e  fabricante. Por exemplo, Kingston e marcas genéricas são muito fáceis de serem encontradas em qualquer loja ou site de vendas online. Já no caso da Samsung, não é todo lugar que as coloca à venda, mas não é muito difícil de achar.

Contudo, pentes Corsair já são mais difíceis de serem encontrados em lojas aqui do Brasil, porém, podem ser encomendados em sites especializados em informática ou comprados no exterior. Este fenômeno acontece no nosso país pelo fato das vendas de RAM em geral serem concentradas em marcas genéricas, pelo preço ser mais acessível.
Preços

Comparamos os preços das principais marcas e modelos de memórias utilizados na atualidade (preço médio coletado no dia 19 de novembro de 2008 em lojas nacionais).  Note que existem muitos mais módulos disponíveis para venda, porém o DDR-400 e o DDR2-800 são os mais vendidos de suas categorias:

Modelo

Genérica

Kingston

Samsung

Corsair

DDR-400 1GB

R$ 75,00

R$ 105,00

R$ 125,00

R$ 159,00

DDR2-800 2GB

R$ 110,00

R$ 140,00

R$ 155,00

R$ 229,00

Conte-nos a sua experiência com memórias RAM!
Neste artigo, demonstramos os principais modelos de memória RAM do mercado, assim como os tipos de computadores mais recomendados para cada caso. Portanto, neste ponto você já estará apto para decidir qual memória se adéqua às suas necessidades.

Para os leitores que já tiveram experiências nesta área, ou que gostariam de contribuir com a discussão, suas opiniões serão muito bem-vindas. Desta maneira, será ainda mais fácil auxiliar na escolha da memória mais recomendada para cada caso.

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Crie senhas seguras

09/03/2010

O MakeUseOf publicou um ótimo guia para criar senhas fortes e fáceis de serem lembradas. Como elas, as senhas, são a chave para acessar a maioria dos serviços web, dos mais simples e dispensáveis, até aqueles vitais para o trabalho, gastar um tempinho lendo tais dicas e aplicando-as ao leque de sites que pedem-nas é tido como um bom investimento.

Existem algumas regras básicas para a criação de uma senha, a saber:

  • A senha não pode constar no dicionário;
  • A senha precisa conter números e símbolos especiais;
  • A senha precisa misturar letras maiúsculas e minúsculas;
  • A senha precisa ter, no mínimo, 10 caraceteres;
  • A senha não pode ser “adivinhável” através de dados pessoais, como data de nascimento e endereço.

Seguindo esses cinco mandamentos, a probabilidade de ter uma senha descoberta é muito baixa. Mas mesmo com toda essa precaução, falta uma coisa primordial: como lembrar dela.

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Descubra por que o Windows Live Wave 4 é um dos programas mais aguardados de 2010

09/03/2010

O pacote de aplicativos da Microsoft trará uma série de melhorias para programas existentes, além de novidades como uma maior integração com serviços online e redes sociais.

Os últimos meses foram uma verdadeira tortura para quem está ligado no mundo da tecnologia e não aguenta esperar para conferir a nova versão dos softwares mais quentes do mercado. Tudo isso se deve às informações constantes que vêm sendo liberadas “a conta-gotas” sobre a quarta versão do Windows Live Wave.

Para quem não sabe, o Windows Live Wave é um pacote de aplicativos da Microsoft que conta com os principais serviços online da companhia, além de apresentar atualizações importantes para softwares populares como o MSN Messenger, a Galeria de Fotos e o Windows Live Mail.

Além de aprimorar o funcionamento de programas antigos, a terceira versão trouxe uma série de novidades que melhoraram ainda mais a vida de quem utiliza o Windows. O destaque foi o Windows Live Movie Maker, que substituiu o antigo Windows Movie Maker e trouxe uma interface e funções totalmente renovadas.

Então não é de se estranhar que haja tanta expectativa sobre o que o Windows Live Wave 4 vai trazer, ainda mais se levarmos em conta que esta é a primeira versão do pacote de aplicativos feita com o Windows 7 em mente.

Reunimos neste artigo todos os boatos e novidades sobre a quarta versão do Windows Live Wave, e adiantamos algumas das novidades que a Microsoft reservou para softwares populares, além das reformulações que devem surgir em serviços pouco utilizados. Confira abaixo todas as novidades e não deixe de registrar sua opinião em nossa seção de comentários.

O novo Windows Live Messenger

Uma das atualizações mais esperadas do Live Wave 4 sem dúvida é a mais nova versão do comunicador instantâneo mais utilizado no mundo, o Windows Live Messenger. Desde dezembro de 2009 imagens mexem com a expectativa dos usuários, e tudo aponta para muitas novidades na nova versão do programa.

Se as imagens mostradas se provarem verdade, o Windows Live Messenger deve ganhar um sistema de abas nativo, algo que só é possível na atual versão do programa utilizando o softwareMessenger Plus! Live.

O estilo visual também será reformulado, se adequando à interface utilizada pelos outros softwares do pacote e ficando mais próxima da interface do Windows 7. As redes sociais devem ganhar papel de destaque, com links para o Twitter, WordPress, Facebook e Windows Live, reforçando o papel do Live Messenger como um integrador de serviços online.

Além disso, o recurso de mensagens de voz deve ser aprimorado, permitindo que usuários enviem gravações para usuários offline ou gravem vídeos curtos através de webcams com recados ou outras mensagens importantes.

Visual reformulado

A parte visual de todos os programas vai sofrer uma verdadeira reformulação, e todos os programas vão passar a utilizar a interface Ribbon, que fez sua estreia no Office 2007. Nenhuma novidade para quem já conferiu o Windows Live Movie Maker, primeiro programa da Microsoft a seguir a tendência de unificar o visual de seus softwares.

A opção por utilizar o Ribbon permite não só um visual mais bonito para todos os programas, como facilita na hora de aprender a utilizar um novo aplicativo. Afinal, basta aprender os princípios básicos da interface para utilizar com facilidade todos os programas do pacote.

Mais opções para a Galeria de Fotos e o Movie Maker

Uma das imagens do Windows Live Wave 4 reveladas pelo site cnBeta mostra que a Microsoft decidiu incluir a opção de geotagging das fotos presentes na Windows Live Galeria de Fotos. Esse recurso permite que o usuário realize uma marcação indicando tanto o horário quanto o local onde a foto foi tirada.

Essa opção abre muitas possibilidades, ainda mais levando em conta as informações apresentadas recentemente por Blaise Agüera y Arcas, arquiteto da Microsoft que trabalha no serviço de mapas da empresa, o Bing Maps.

O arquiteto apresentou o aplicativo Streetside Photos, baseado no Flickr, que identifica a posição com que cada foto foi tirada no mapa e busca no acervo do site outras imagens tiradas naquela região. As fotos importadas sobrepõem às imagens do Bing quando o usuário seleciona uma localização em que os carros munidos de câmeras da empresa não conseguem chegar.

Esse princípio, se aplicado à Windows Live Galeria de Fotos, pode tornar o serviço da Microsoft ainda mais forte e representar um verdadeiro diferencial em relação ao seu maior concorrente na área, o Google Maps.

Outro projeto que pode ser incluído no Windows Live Fotos é o OneAlbum. Trata-se de um sistema que analisa as fotos do seu álbum em busca do reconhecimento facial dos seus amigos bem como dos lugares exibidos nas imagens.

A partir desses dados, o sistema cruza as informações com os perfis dos seus colegas, procurando por imagens similares àquelas que sua página está exibindo. Ao reconhecer seus amigos, o sistema importa imagens deles para o seu álbum, centralizando tudo num só local.

Claro, a integração dos dois ainda não passa de mera suposição, mas não será nada surpreendente caso a Microsoft disponibilize essa opção em um futuro próximo. Ainda mais se levar em conta a estratégia agressiva que a empresa tem nos últimos anos em integrar cada vez mais seus serviços.

Já o Windows Live Movie Maker deve receber menos atenção nesta versão se comparado às novidades apresentadas no Live Wave 3. Novas transições e efeitos especiais devem complementar o programa, além dos tradicionais concertos de bugs e aprimoramentos de desempenho.

Novas opções de temas

A personalização de cabeçalhos que fez sua estreia na terceira versão do Live Wave vai ganhar mais opções, baseadas nos papéis de parede padrões do Windows 7. Embora sejam populares principalmente no Live Messenger, é possível utilizá-los também na rede social da Microsoft,  mas sem a opção de escolher imagens do próprio computador.

Confira abaixo algumas imagens dos novos temas, disponibilizadas pela equipe do site LiveSide:

Windows Live Sync: o fim do Live Mesh?

Há algum tempo a Microsoft convive com uma situação aparentemente contraditória. De um lado possui o Windows Live Sync, ferramenta que sincroniza arquivos entre dois ou mais computador através de P2P, possibilitando acesso remoto através do Windows Live ID.

Do outro lado está o Live Mesh, plataforma que disponibiliza serviços semelhantes, mas vai além ao permitir a integração com dispositivos móveis e arquivos online, utilizando o princípio da nuvem. Disponibilizar dois programas tão semelhantes foi uma fonte de confusões constantes para os usuários, mas isso parece que vai chegar ao fim com o Live Wave 4.

Embora o Live Mesh seja considerado por muitos um simples programa de sincronização, suas aplicações vão além, permitindo que outros aplicativos o utilizem como forma de gerenciar e compartilhar arquivos.

Com o Live Wave 4 tudo indica que o cliente do Mesh vai ter sua morte decretada, porém a plataforma continuará viva, exercendo a função de compartilhar arquivos entre computadores e permitindo seu acesso remoto através do navegador.

A essas funções básicas deve ser adicionada a opção de interagir com documentos hospedados na nuvem, utilizando o SkyDrive como plataforma. Um maior suporte para dispositivos móveis como o Zune HD e smartphones que possuem o Windows Phone 7 como sistema operacional é esperado, embora os boatos não confirmem a possibilidade.

O Windows 7 também pode desempenhar um papel ativo nesse cenário, permitindo uma maior integração entre os documentos presentes no disco rígido do computador com a internet ou outros usuários que possuam a Windows Live ID.

Todos esses dados foram extraídos do que foi possível interpretar das imagens que vazaram das versões de teste do Live Wave 4, porém não seria nada surpreendente se grande parte das suposições sejam verdade. Afinal, tudo isso coincide perfeitamente com a estratégia da Microsoft de integrar cada vez mais seus serviços e ganhar espaço no mundo online.

Windows Live Documents e Devices

Uma das novidades do Live Wave 4 é a inclusão de dois novos serviços, que receberam o nome de Windows Live Documents e Windows Live Devices, que atualmente passam por fases de testes na Microsoft.

O Windows Live Documents vai substituir o Office Live Workspaces, que permite o acesso online a documentos e um espaço para compartilhá-los com outros usuários. Apesar de continuar oferecendo esse serviço, a nova ferramenta vai oferecer a opção de utilizar as aplicações do Office Web.

O Office Web funciona de maneira semelhante ao Google Docs, oferecendo versões online totalmente gratuitas de aplicativos como o Word, Excel e Power Point. Essas versões não contarão com todas as opções do software pago, mas facilitam o acesso e a integração entre documentos criados no computador e criações iniciadas através do navegador.

O novo serviço é um aprimoramento do que já acontece há algum tempo com o Office Lives,  integrado ao Windows Live no início de 2009. Tudo indica que o Windows Live Documents utilizará o SkyDrive como forma de hospedar os documentos, assim como acontece com a Windows Live Galeria de Fotos. O SkyDrive também deve ser usado para realizar a troca de dados, substituindo o atual Live Desktop.

O Windows Live Devices vai atuar como um substituto às funções de sincronizar arquivos, exercidas até então pelo cliente do Live Mesh. O serviço vai funcionar como uma forma de sincronizar diferentes dispositivos a uma mesma conta do Windows Live, permitindo acesso remoto entre eles.

Embora as imagens liberadas não deixem isso claro, tudo indica que para utilizar o serviço será preciso instalar algum tipo de software no computador, Mac ou smartphone compatível.

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Legendas automáticas no Youtube

09/03/2010

Não sabe inglês e, por isso, não assiste a vários vídeos no Youtube? Agora, uma nova ferramenta disponível para todos os usuários promete mudar este quadro. O Google anunciou hoje que legendas poderão ser inseridas automaticamente em todos os vídeos do Youtube que tiverem áudio em inglês. O sistema que converte áudio em texto é baseado no algoritmo do Voice Search, outra ferramenta do Google. Caso não gostem do resultado, os donos dos vídeos poderão baixar as legendas, melhorá-las ou corrigi-las e publicar o novo texto.

As legendas poderão ser traduzidas para 50 idiomas diferentes, entre eles o português. Os vídeos estão sendo processados aos poucos. Portanto, se o seu ainda não apresentar a opção, não se assuste: em breve, ela estará disponível.

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ICQ7: esqueceram de mim 7… ou a volta dos que não foram?

09/03/2010

ICQ7: esqueceram de mim 7… ou a volta dos que não foram?

Figura fácil nos memes saudosistas a respeito dos primórdios da internet, o ICQ pode não desfrutar da popularidade de outros tempos, mas pelo menos parece estar vivo e saudável. Tanto que sua mais nova versão, que atende apenas pelo nome de ICQ 7 (alguma coincidência com o Windows 7 aqui?) acabou de ser lançada, com uma série de novas funcionalidades.

Além de se comunicar com os contatos de sua própria rede (e com o Aol Instant Messenger, o que na prática não conta), o programa ficou mais “sociável” e também permite que seu usuário o utilize para fazer suas atualizações no Twitter, Facebook, Youtube ou Flickr, além de contar com seu próprio (e antiqüíssimo) cadastro de perfis que faziam vezes de rede social há mais de 10 anos sem que ninguém notasse.

O download para sua versão para Windows tem 11,5 MB e o programa está rápido e funcionando muito bem.download aqui

Veja abaixo um review do novo ICq:

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